Para operações em que indisponibilidade, perda de dados ou falha de uma unidade afeta produção, faturamento, logística ou atendimento. O foco é reduzir a incerteza do pior dia: como recuperar, quem age, em que ordem e quanto tempo a operação pode esperar.
Definimos quanto de informação a operação pode aceitar perder e em quanto tempo precisa voltar. Esses limites são documentados e validados em exercícios de restauração. Para a equipe técnica, esses objetivos correspondem a RPO e RTO.
Procedimento documentado de resposta a incidente: quem faz o quê, em que ordem, quando houver uma falha grave, um incidente de ransomware ou indisponibilidade de uma unidade. Sua operação não depende da memória de ninguém — nem da nossa.
Mais de 30 anos de infraestrutura, recuperação de desastres e sistemas legados. O rigor de ambiente corporativo aplicado ao seu, sem a burocracia que trava o dia a dia.
Todo o ambiente mapeado: topologia, dependências, procedimentos. Se amanhã você trocar de fornecedor, de gerente ou de prédio, o conhecimento fica com a empresa.
Trabalho direto com o dono ou o gestor de TI, com relatórios executivos e revisões periódicas de risco. Planejamento, não apagação de incêndio.
Escopo, prioridades de atendimento e investimento definidos sobre o ambiente real, não sobre tabela genérica.
Apresente seu ambiente; dizemos com franqueza o que está sólido, o que está em risco e o que faríamos — inclusive se a resposta for "menos do que você imagina".
Marcar uma conversaAtendimento presencial ou remoto, sem compromisso.
A conversa inicial é sem custo. Se houver necessidade de diagnóstico ou trabalho técnico, o escopo e o valor são combinados antes.
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